Adam Smith (1723-1790)

Com "A Riqueza das Nações", Adam Smith se estabeleceu como a principal fonte do pensamento econômico contemporâneo. Dessa fonte beberam David Ricardo e Karl Marx no século XIX, além de Keynes e Friedman no século XX.

Lord Acton – Poder político corrompe

Poucos reconheceram os perigos do poder político com tanta clareza como Lord Acton. Ele entendia que os governantes colocam seus interesses acima de tudo e farão praticamente tudo para se manter no poder. Mentem rotineiramente. Difamam seus adversários. Se apropriam do patrimônio privado. Destroem propriedades. Às vezes assassinam pessoas e até marcam multidões para serem assassinadas. Em seus ensaios e palestras, Acton desafiava a tendência coletivista de sua época ao declarar que o poder político era uma fonte de maldade, não de redenção. Ele considerava o socialismo "o pior inimigo que a liberdade já teve de enfrentar".

Frédéric Bastiat, campeão perspicaz pela Liberdade e Paz

Frédéric Bastiat foi um dos mais vigorosos defensores da liberdade econômica e da paz entre as nações. F. A. Hayek, ganhador do prêmio Nobel, chamou-o de “um divulgador genial”. O grande economista austríaco Ludwig von Mises homenageou suas “contribuições imortais”. O jornalista e autor de best-sellers Henry Hazlitt maravilhava-se com a “perspicácia extraordinária” de Bastiat. E o historiador intelectual Murray N. Rothbard escreveu que “Bastiat era um escritor lúcido e soberbo, cujos ensaios e fábulas espirituosas e brilhantes são até hoje demolições totais e excepcionais do protecionismo e de todas as formas de subsídio e controle governamental.”

Vivien Kellems: “Por favor, processe-me!”

O livro de Kellems explorou a "lavagem cerebral" realizada nos pagadores de impostos. O imposto de renda, segundo ela, era uma forma de o governo deliberadamente "esconder" dos funcionários o pagamento de impostos e, assim, evitar que eles se tornassem "conscientes" quanto ao que pagam.

Robert Nozick, filósofo da liberdade

Vinte e oito anos atrás, um professor de filosofia da Harvard chamado Robert Nozick fez algo impensável no polido meio intelectual: publicou um livro defendendo o libertarianismo.